

MANDALAS SAGRADAS
Este é um trabalho impressionante dos monges budistas: Fazer mandalas de sal colorido. São feitas com o maior cuidado e com a maior dedicação, elas são desmanchadas logo depois de prontas para demonstrar a transitoriedade das coisas na vida, mesmo que elas exijam o maior esforço. Assim é que nós devemos encarar o dia-a-dia.
Estarmos sempre prontos para começar tudo de novo se preciso for.
Devemos aprender com estes monges:
Perder o referencial de vez em quando.
Sair de nossa zona de conforto.
Dar oportunidade ao imprevisível.
Aceitar que nada é mais certo do que a incerteza.
Aprender que as coisas têm o valor que nós damos a elas.
O processo da construção do Mandala
1) Cerimonia de abertura Os monges começam a cerimónia, consagrando o local onde será desenhado o mandala de areia com uns 30 minutos de cantos, música e recitação de mantras. Este evento é surpreendente tanto a nível visual como acusticamente.
2) Desenho das linhas Após a Cerimonia de Abertura os monges começam a desenhar as linhas do desenho do mandala. Este é um trabalho de muita precisão que requer muita concentração.
3) Construção do Mandala Durante a sua criação, os monges vertem milhões de grãos de areia coloridos por tradicionais tubos metálicos denominados chakpur. O mandala completo mede cerca de 1mx1m e demora cerca de 8 dias de trabalho.
4) Conclusão Os monges terminam a criação do mandala com uma cerimónia de consagração.
5) Destruição do Mandala Durante a cerimonia de encerramento, os monges desmancham o mandala, varrendo a areia colorida para simbolizar a impermanencia de tudo o que existe. Quando solicitado, parte da areia é distribuída pelo público como bençãos para a saúde e cura pessoal.
6) Dispersão da areia A areia restante é levada pelos monges em procissão, acompanhados pelo público, a um curso de água corrente, onde é vertida cerimoniosamente para dispersar as energias curativa do mandala por todo o mundo.
Namastê!!!